Se você é MEI ou empreendedor individual, 2026 trouxe mudanças importantes que afetam diretamente o seu bolso e a regularidade do seu negócio. O valor da guia mensal (DAS) subiu com o novo salário mínimo, a Receita Federal intensificou a fiscalização com mais de 340 mil notificações de inadimplência, e o prazo da declaração anual (DASN-SIMEI) está batendo na porta.
Neste guia, você vai entender quanto custa ser MEI em 2026, quais os riscos reais de não pagar em dia, como regularizar a situação e como usar automação e IA para manter tudo organizado sem perder tempo.
O Que É o MEI e Por Que o Teto Importa
O Microempreendedor Individual (MEI) é a categoria empresarial mais popular do Brasil. Com mais de 15 milhões de CNPJs ativos, o MEI permite que profissionais autônomos se formalizem com burocracia mínima, pagando uma contribuição mensal fixa (DAS) que gira em torno de R$ 75 a R$ 82.
O grande atrativo sempre foi a simplicidade: sem contador obrigatório, sem livro-caixa complexo, com emissão de nota fiscal facilitada. Porém, essa praticidade vem com uma limitação importante — o teto de faturamento anual, que até recentemente era de R$ 81.000.