Produto vencido no fundo da prateleira é um dos vazamentos de dinheiro mais silenciosos do pequeno negócio brasileiro. Não aparece como uma conta atrasada nem como um cliente que sumiu: some no lixo, na doação de última hora ou no desconto desesperado do último dia. Em mercearias, padarias, farmácias, pet shops, cosméticos, suplementos e cozinhas, a perda por validade costuma ser aceita como “custo do ramo” — quando, na prática, é custo de processo. Em 2026, a inteligência artificial deixa de ser luxo de ERP e vira um copiloto de planilha: ela lê a lista de lotes, aponta o que vence primeiro, sugere o que vender, o que virar kit e o que parar de comprar.
Validade
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